sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Soneto do amor infinito

Te amo como o mar às ondas,
Como a força dos ventos ama a tempestade.
Do calor amando o fogo surgem chamas,
A espera pela manhã, ama à tarde.

Amo doce, sutil, sem alarde.
O grito silencioso da noite,
A voz estridente da mocidade.
Amo a faca que corta, a dor do açoite.

Amo calado e temeroso,
Forte, presente, audacioso.
Amo tanto, e de tanto amar “desamo”.

Amo-te e tudo fala quando respiras,
Tudo cala quando somes.
Amor, mesmo brisa, amor... me ame.

Helder Santos

04:35 pm
21-08-2009

3 comentários:

Toninho Albuquerque disse...

Massa ;), inspiração da pouxa vei.. abraçao. .e continue postando..

Anônimo disse...

Soneto lindo *-*
Tão intenso e ao mesmo tempo tão suave.
:*

Unknown disse...

liiiindo *-*
Tão intenso e ao mesmo tempo tão suave. [2] boa gabi! tiro as palavras da minha boca...