Aqui, desmedido , espero sua personalidade
O que é comigo, amigos, como adentrar sua cidade?
Em desejo, contínuo amante, afã de sua verdade.
E o peito grita à boca que abre.
As mãos soam à palavra que sobe
Janela em janela o silêncio monossilábico quebrado em flor parnasiana,
Tem desejos, cor branca, terminação Ana.
Inusitada aponta a linha que nos separa
No mapa. Ao meu lado risca o ponto entre nós
Aproximando-nos ao beijo o abraço que nos ata.
Ali, falante-movimento em sua casa
E o medo para no sorriso que acalenta
O toque fala à mão que nos sustenta
Beijando a face, aproximando os olhos a flor desabrocha
Em cor sem dor romântica seu lábio me toca.
Helder Santos
11:34 am
24-07-2009
O que é comigo, amigos, como adentrar sua cidade?
Em desejo, contínuo amante, afã de sua verdade.
E o peito grita à boca que abre.
As mãos soam à palavra que sobe
Janela em janela o silêncio monossilábico quebrado em flor parnasiana,
Tem desejos, cor branca, terminação Ana.
Inusitada aponta a linha que nos separa
No mapa. Ao meu lado risca o ponto entre nós
Aproximando-nos ao beijo o abraço que nos ata.
Ali, falante-movimento em sua casa
E o medo para no sorriso que acalenta
O toque fala à mão que nos sustenta
Beijando a face, aproximando os olhos a flor desabrocha
Em cor sem dor romântica seu lábio me toca.
Helder Santos
11:34 am
24-07-2009
Um comentário:
Feliz por vc ;}
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