terça-feira, 17 de março de 2009

Palavras não quebram racionalmente emocionalmente postadas no contexto de seus gestos.

Monossilabicamente interessante trazes versos
Intrínsecos a relação segura que pintas em insegurança.
Fala, cala repetindo ressabiada em protesto


Diacrônico de início a ápice, dança,
Corpos em movimento mãos em trança
No misto químico racional da primeira lembrança
Emergimos experimentalmente em libelo


E dançamos e cantamos e falamos
Palavras que saem, que ficam gritando
Enquanto cantamos despertos
Espertos emocionalmente, coesamente agitam


Neurônios, coração, gestos atiçam
O que de anterior incerto concretizando-se, tão perto
Entre a faísca que ascende o beijo roubado a nova imagem que ele pinta.


Helder Santos
0:25 am

17-03-2009

Um comentário:

Carla Vieira disse...

O errado pode ser o certo, o distante pode estar perto. Atrás é adiante.