segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Coisas que não preciso contar IV

Não há veia poética que negue a natureza,
A constituição dos “seres”.
Manda ação racional do predador sobre a preza.


Sua ação é imune a esses termos,
Homem bom uma mulher corrompe
Quando ele foge da sua natureza.
Dos monstros no mundo o maior é a beleza.


Uma espécie não extinta de malícia,
Mentira e franqueza.
Nem todos os beijos e delícias
Superam quando há fraqueza.


Como o tempo ninguém pode,
Ele passa apagando a tristeza
Se de amor ninguém morre
Torna ilusão certeza quando o fel escorre.


08:51 pm
Helder Santos
15-09-2008

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