Alguém que inspire poemas e não esteja tão longe.
Um alguém que diga que gostou de “me ler”, e
Leia-me por inteiro.
Um alguém que cante cada estrofe junto,
É o sonho do poeta quase sempre seguro do sentimento guardado,
Nunca ausente da ilusão perdida
Nos versos livres.
No solto olhar para um novo alguém que não me vê,
No mesmo olhar para os que sempre me vêem e não me enxergam.
E no pouso alegre dos sonhos, quando a alma descansa
E sente o olhar tão desejado:
Os olhos abrem e tudo ao incerto volta,
Alguém que sempre existe some,
Aquele que nunca vi desaparece...
O que sempre vejo não existe.
Helder
4:16 pm
16-06-08
2 comentários:
q delícia ler suas pelavras-mel!
massa helder
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